Em pequenos pedaços rasgados pela solidão,Hoje sussurrei ao vento o teu nome,
E o vento tocou-me fundo na alma,
Clamando pelo meu pobre coração,
Que ainda chora lágrimas de dor caído no chão.
E as tuas sombras vestidas de cetim,
Voaram para distantes epístolas,
Gritando aos sete mares palavras de mim,
Rogando em sons pares melodias mistas,
Num quadro fúnebre das vistas.
E deixaram-me caído lavado nesse chão,
Corrido de mágoa por onde vi o teu par passar,
Pedindo ao sangue perdão,
Por não impedir as tuas sombras de te levarem,
Dessas navalhas vertidas que querem secar.











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